Mercado global de luxo deve voltar a acelerar e crescer até 6% ao ano
Estudo da Bain & Company aponta retomada do setor de luxo até 2035. No mercado imobiliário, essa curva é liderada por ativos que investem em bem-estar com foco em engenharia e sustentabilidade como conforto térmico e acústico

O mercado global de luxo, após um período de estabilidade, está pronto para recomeçar seu crescimento em uma faixa de 4% a 6% ao ano até 2035, conforme aponta um estudo da Bain & Company em colaboração com a associação italiana de artigos de luxo, Altagamma. No entanto, o novo luxo apresenta características distintas. Ele deixou de lado o status visual para valorizar a experiência sensorial e a tecnologia discreta.
No setor imobiliário brasileiro, especialmente em áreas supervalorizadas como Itapema (que ocupa a segunda posição no ranking FipeZAP), essa transformação de mentalidade institui o conceito de "Luxo Invisível". O foco dos investimentos se moveu das aparências para os bastidores da engenharia, priorizando isolamento acústico, estabilidade térmica e automação que funciona de maneira imperceptível.
O Edify One, localizado em Itapema, é um exemplo paradigmático dessa nova fase e está entre os mais luxuosos empreendimentos em construção na região. O projeto prioriza o desempenho técnico em vez do decorativismo excessivo, visando proporcionar qualidade de vida. Em termos de conforto térmico, a fachada ventilada se destaca como uma tecnologia que cria uma câmara de ar no revestimento externo, auxiliando na estabilização da temperatura interna e reduzindo consideravelmente a necessidade de ar-condicionado.
A adoção de lajes com espessura superior e tratamento acústico entre as unidades, junto a esquadrias de alto desempenho do tipo piso-teto, minimiza os ruídos tanto externos quanto internos.
“Para o nosso cliente, luxo nos dias de hoje é voltar para casa e sentir que o mundo desacelera. É fechar a porta e perceber um silêncio que não é fruto do acaso, mas sim resultado de um bom projeto. No Edify One, as decisões foram guiadas pelo objetivo de eliminar fricções, como barulhos, caminhos confusos e a falta de privacidade. Tudo passa por esse critério”, explica Manoela Passos Legarrea, sócia e diretora da Edify.
Tecnologia de longo prazo
O "luxo invisível" também se manifesta na preparação para o futuro. O edifício integra sistemas de automação que ajustam iluminação e climatização das áreas comuns via Inteligência Artificial, além de garagens preparadas para veículos elétricos e gestão automatizada de recursos hídricos.
Luiz Feitosa, sócio da Edify com 34 anos de mercado, reforça que a engenharia é o legado do imóvel. “Quando falamos em luxo, vamos além de materiais nobres, e também nos concentramos em desempenho ao longo de décadas. O Edify One nasceu com a responsabilidade de entregar um edifício que continue fazendo sentido no futuro. Só quem morar no Edify One vai entender os fatores que diferenciam ele dos demais prédios. Será quase impossível quem mora no Edify conseguir se adaptar novamente em um outro edifício”.
Mais informações: https://edifyone.com.br
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