Citroën Basalt Dark Edition 2026: versão topo de gama em análise
Nova versão do SUV cupê da Citroën aposta em acabamento escurecido, motor turbo eficiente e preço competitivo para enfrentar rivais diretos no segmento


O Citroën Basalt Dark Edition 2026 foi lançado como a configuração mais completa da linha, reforçando a proposta de SUV cupê acessível com estilo urbano e acabamento diferenciado. Está posicionado como alternativa para quem busca estilo diferenciado, bom pacote de equipamentos e preço competitivo no segmento de SUVs compactos.
Avaliamos recentemente o modelo topo de linha, que combina desempenho adequado, consumo equilibrado e espaço interno generoso, consolidando-se como uma das opções mais completas entre os SUVs cupê acessíveis do mercado brasileiro. O preço atualizado é de R$ 114.990, válido para o mercado brasileiro, posicionando o modelo entre os mais competitivos da categoria.
O veículo é fabricado na planta de Porto Real, no Rio de Janeiro, e integra a plataforma CMP, compartilhada com outros modelos da Stellantis. A motorização é o já conhecido 1.0 Turbo 200, três cilindros, que entrega até 130 cv de potência e 200 Nm de torque, tanto com etanol quanto com gasolina.
O câmbio é automático CVT com sete marchas simuladas e três modos de condução, incluindo Sport. Essa configuração garante aceleração de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos com etanol e 10 segundos com gasolina, além de velocidade máxima próxima a 199 km/h.
O consumo médio gira em torno de 12 km/l com gasolina e 8,5 km/l com etanol, dependendo do ciclo de uso. O tanque tem capacidade de 47 litros, o que proporciona autonomia aproximada de 560 km com gasolina. Entre os concorrentes diretos estão Fiat Fastback, Volkswagen Nivus e Renault Kardian, todos posicionados no mesmo segmento de SUVs compactos com perfil cupê.
O Basalt Dark Edition traz novidades visuais, como rodas de liga leve de 16” pintadas de preto, pedaleira esportiva, soleiras exclusivas e aerofólio traseiro com detalhes em vermelho Andre Red, homenagem ao fundador da marca.
O interior segue a proposta escurecida, com bancos em tecido premium preto e costuras vermelhas contrastantes. O painel recebe acabamento soft touch e detalhes escuros, enquanto o câmbio e volante trazem revestimento premium.
A central multimídia Citroën Connect Touchscreen de 10,25” ganhou borda ultrafina e segue compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. O cluster digital TFT de 7” complementa o pacote tecnológico.
A posição de dirigir é elevada, típica de SUVs, com ajustes de altura no banco do motorista e apoio de braço. A direção elétrica contribui para manobras leves em baixa velocidade e firmeza em rodovias.
Entre os itens de conforto estão ar-condicionado digital automático, câmera de ré, sensores de estacionamento, vidros elétricos com função antiesmagamento e múltiplas entradas USB, incluindo duas do tipo C para a segunda fileira.
O espaço interno é amplo para cinco ocupantes, com entre-eixos de 2,64 metros. O porta-malas oferece capacidade de 490 litros, destacando-se entre os rivais.
Em nossa avaliação, co dirigir, o Basalt Dark Edition transmite respostas rápidas do motor turbo em acelerações urbanas e retomadas. O câmbio CVT simula marchas de forma eficiente, evitando ruído excessivo em rotações altas.
Em rodovias, a estabilidade é favorecida pelo balanço curto da carroceria e pela suspensão ajustada para absorver irregularidades sem comprometer o controle.
A linha 2026 reforça a conectividade, trazendo novas portas USB e melhorias na multimídia, além de cores exclusivas como Cinza Sting Gray com teto preto. O modelo mantém a proposta de acessibilidade da Citroën, mas com acabamento e equipamentos que o aproximam de versões mais sofisticadas.
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